quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Teoria do frasco



“Um professor durante a sua aula de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco e encheu-o com bolas de golfe.

A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam que sim.
Então, o professor pegou numa caixa cheia de caricas e meteu-as no frasco. As caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Novamente, o professor pegou noutra caixa. Uma caixa cheia de areia que esvaziou para dentro do frasco. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e, mais uma vez, o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Sim, voltou a ser a resposta.

De seguida, o professor acrescentou 2 chávenas de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia.”

Acho que esta “teoria do frasco” metaforiza bem o sentido da vida, no que diz respeito à gestão de prioridades.

As bolas de golfe são as coisas importantes, como a família, a saúde e os amigos. São coisas que, mesmo se perdêssemos tudo o resto, fariam com que as nossas vidas continuassem cheias. Tudo o resto vem por acréscimo!

Hoje em dia, cada vez mais, noto uma crise de valores e de sentimentos nas pessoas. Investem tempo e energia em coisas pequenas e depois não sobra espaço para as coisas realmente importantes. Acho que é por isso que os portugueses são o segundo povo menos satisfeito com a vida entre os 30 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

Temos de agarrar o nosso tempo e passá-lo mais com as pessoas que são mais próximas do nosso coração. Se morrermos amanhã, a empresa onde trabalhamos pode facilmente substituir-nos numa questão de horas. Mas a família e os amigos que deixamos para trás vão sentir a nossa perda para o resto da vida.

E, mesmo quando o frasco parece estar cheio de bolas, caricas e areia, arranja-se sempre espaço para um café com um amigo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário